Dia 29 - (Le Mans) - Paris - Blois - Le Mans - Chartres - Paris - Le Mans

Ora pois então.. o Pai veio de Le Mans às tantas da manhã para nos apanhar no aeroporto e não se perdeu.. quase nunca.. o aeroporto Charles De Gaulle é bastante grande mas acho que só eu é que dei por isso..
Paris também é grande por isso tem muitos carros.. como tem muitos carros, acharam melhor que os Azelhas fossem obrigados a colar um autocolante indicativo nas viaturas.. boa ideia!
Paris é tão grande que nos Campos Elísios, a Praça Charles de Gaulle, aquilo que parecia ser uma grande rotunda de 8 faixas, afinal é considerada uma estrada em forma de donut, o que faz com que não se aplique a prioridade a quem está dentro mas sim a quem entra.. o que complica um pouco as coisas quando se metem todos a travar a meio da "rotunda" e há um montão de faixas a dar atenção ao mesmo tempo.. imaginem o Marquês, multipliquem por 2, com 12 estradas que se juntam aí, e ponham todos os carros a travar a qualquer momento.. é um clássico, segundo ouvi dizer, que nas aulas de condução os aprendizes largam o carro a meio dos Campos Elisios, onde fica o Arco do Triunfo e recusam-se a sair dali..

Por isso fomos para casa.. do Afonso, no famoso 7ème ao lado dos Invalides.. claro que a primeira coisa que fiz foi calçar as botas do Pai mas ainda ficam grandes.. A casa é pequena mas acolhedora e tem uma vista directa para a Torre Eiffel..

A segunda coisa que fiz foi descalçar as botas e tocar guitarra..

Como as cordas ficam presas nos dedos, e vice-versa, passei para a percussão..
A terceira coisa que fiz, foi entornar o copo de vinho do pai por cima de mim, ainda estava cheio e tudo... Mas creio que desse momento não temos registo fotográfico... O que é uma pena, porque já é a segunda vez que me aventuro nesta manobra tão arriscada e eles nunca se lembrar de me tirar uma fotografia. É que algum dia aquilo já não tem piada...

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